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2019-04-10 | produtos

MANUSA portas automáticas, como orientar o transporte público para pessoas com mobilidade reduzida

Orientar os meios de transporte público para as Pessoas com Mobilidade Reduzida (PMR) tornou-se um requisito fundamental na sociedade atual, uma sociedade que procura democratizar o transporte e que se torna uma parte fundamental e um direito de todas as pessoas, independentemente do seu estado físico ou mental.

As Nações Unidas estabeleceram o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), cuja finalidade principal é promover nas cidades o que é conhecido como transporte inclusivo, um transporte sustentável, seguro e acessível a todos os públicos.

De acordo com o Relatório de Transportes da Comissão Econômica e Social elaborado pelas Nações Unidas, em 2030 haverá mais de 5.000 milhões de pessoas residindo nas grandes cidades, razão pela qual o transporte se torna mais importante nessas áreas, tornando-se um direito básico de todas as pessoas.

O conceito de “democratização dos transportes” não se refere apenas ao transporte em si, como também engloba toda a infraestrutura relacionada com ele; uma infraestrutura que elimine barreiras e, portanto, que permita a mobilidade total de todas as pessoas, desde pedestres até usuários do transporte público ou privado.

Como destacar a democratização do transporte público

Muitas cidades estão a adaptar as suas infraestruturas e meios de transporte a pessoas com problemas de mobilidade, incluindo medidas tão importantes como necessáriás:

Adaptação da via urbana e eliminação de barreiras arquitetônicas. Rampas de acesso para usuários com cadeiras de rodas, avisos acústicos e táteis para pessoas com problemas de visão, sinais visuais para pessoas com problemas auditivos e até mesmo informações relevantes graças ao uso de aplicativos móveis, ajudam todos os usuários a se movimentar livremente, de forma segura nas grandes cidades.

Adaptação dos acessos em estações e meios de transporte. Para que o transporte seja considerado universal, o primeiro requisito que deve ser garantido é a facilidade de acesso. Estações de trem, pontos e estações de ônibus, portos ou aeroportos devem garantir que qualquer usuário possa acessar livremente a suas instalações:

As portas automáticas são um claro elemento democratizador, uma vez que permitem a livre passagem de qualquer pessoa sem ter de realizar esforços extra. As portas automáticas, além de facilitarem o fluxo de passageiros, graças à sua abertura automática e à sua grande largura de passagem, são também fundamentais em termos de sustentabilidade, uma vez que economizam grandes quantidades de energia.

Manusa, com mais de 50 anos de experiência no setor, possui diversas soluções e sistemas de controle. Como exemplos, se destacam as portas automáticas de plataformas para estações de metro e trem, as portas automáticas BRT para estações de ônibus, ou os corredores anti retorno Toran para aeroportos. Embora seja verdade que estas portas ou corredores têm a segurança como sua missão principal, também ajudam as pessoas com problemas de mobilidade ou com algum tipo de incapacidade, graças à sua abertura automática e à qual pode ser instalado qualquer sistema de aviso acústico ou visual.

Facilidade de acesso aos meios de transporte. Uma das grandes desvantagens que as pessoas com problemas de mobilidade têm de lidar é com os acessos ao transporte, razão pela qual se torna totalmente necessário instalar rampas e plataformas de acesso para facilitar a entrada de ônibus ou trens, bem como para eliminar o espaço que normalmente fica entre a plataforma ou a estação e o trem ou o ônibus. Os elevadores também são elementos fundamentais na eliminação de barreiras arquitetônicas, especialmente nas estações de trem e metrô.

Espaços destinados a PMR. Outra das medidas necessárias na acessibilidade universal passa por aumentar os espaços destinados às PMR. Um dos casos mais bem-sucedidos dessa democratização dos meios de transporte se encontra na cidade de Auckland, Nova Zelândia. Auckland aumentou tanto os espaços para cadeiras de rodas, como os assentos para idosos e pessoas com incapacidades. Esta cidade da Nova Zelândia também dispõe de ônibus desenhados especificamente para acomodar várias cadeiras de rodas, de modo a que estes usuários possam mover-se confortavelmente. O transporte de Auckland também está adaptado a pessoas com problemas auditivos e visuais, graças aos sinais acústicos ou à transmissão de informações em Braille em tempo real.

A mobilidade é um direito humano fundamental. Uma cidade acessível é sinónimo de um ambiente amigável, confortável e seguro, onde a qualidade de vida de todos os cidadãos é aumentada exponencialmente. Graças à tecnologia, os serviços podem ser usados ​​livremente por todas as pessoas, deixando claro que a democratização dos transportes beneficia a sociedade como um todo.

manusadobrasil.com